SEO: Mais Uma Bolha?
Data: 17/09/2009, publicado em: Sem categoria
Jean Oliveira*
Provavelmente todos já ouviram falar da tal “Bolha da internet”, quando no início da década, o mercado “caiu em si” quanto à supervalorização dada ao segmento web, ainda imaturo e com as melhores possibilidades de negócio ainda não tão claras.
Não que a aposta quanto ao futuro da internet estivesse errada, mas o fato é que as coisas não são tão simples. Os estudos e boas práticas de marketing continuam válidos para o trabalho de marcas via web, embora muita gente tenha subestimado a necessidade desse planejamento.
Muitas empresas contribuíram para a cultura do “Web-Sobrinho”, aquele garoto que sabia de informática, e a ele era entregue a responsabilidade de toda a estratégia de comunicação de sua empresa na internet, baseado na grande nuvem de desinformação disponível.
Atualmente um novo fenômeno acontece. Trata-se do trabalho de SEO, do inglês Search Engine Optimization, ou Otimização para os Mecanismos de Busca.
Após muito investimento nos Links Patrocinados e com o retorno obtido nos mesmos as empresas tem chegado a uma conclusão óbvia: que o posicionamento na busca natural é um negócio da China, tendo em vista a visibilidade constante para todas as buscas para a palavra chave, com custo fixo, independente da quantidade de cliques. O problema é: Como consigo isso?
Empresas se amontoam nos buscadores oferecendo esse tipo de serviço e o mais engraçado é analisar esses concorrentes que, quase em sua totalidade, não tem seus próprios sites otimizados.
Outro ponto a ser considerado é a subjetividade característica nessa prestação de serviço. Teoricamente os critérios de posicionamento dos buscadores são desconhecidos, ou seja, os buscadores não divulgam esses critérios de otimização em sua totalidade, fato esse que produz grandes distorções no conceito, além de empresas otimizando de acordo com seus próprios conceitos.
O Google, por exemplo, de acordo com o ângulo em que se analisa, utiliza mais de 1500 critérios em seu algorítimo para o rankeamento de uma página. O fato de uma empresa ter conhecimento de 10 ou 20 deles, permitiria a ela dizer que “otimiza” um site?
Essa é a bolha da vez. Não da ideia em si. SEO É UM ÓTIMO NEGÓCIO, mas corre-se o risco de, mais uma vez, uma idéia e tendência ser corrompida e questionada em função da falta de conhecimento de alguns profissionais.
A vantagem do investimento nessa ferramenta é óbvia. O resultado desse investimento: fantástico.
Como em qualquer outro serviço “comoditizado” (não sei se essa palavra existe) o diferencial está no resultado. E preço.
Avalie, procure consistência no discurso, teste o conhecimento do fornecedor, peça referências.
Agora, caso tenha utilizado um “web-sobrinho” pra fazer o site de sua empresa, esqueça tudo que falei. Afinal, não sei se seria um bom negócio apresentar “esse” site a milhares de pessoas. Não pega bem né!
*Jean Oliveira é Gerente Comercial e de Atendimento na agência Publiweb Marketing Digital.
Empresas têm como saber o que seu consumidor quer por meio da web 2.0
Data: 08/09/2009, publicado em: Redes Sociais, Sem categoria
Letícia Feix*
Muitas empresas já estão nas redes sociais interagindo com seus diferentes públicos de forma inovadora. Outras empresas, especialmente de setores B2B, ainda não aderiram à comunicação direta por meio da web 2.0.
Todavia, muitas das empresas que preferem ficar de fora desse turbilhão desregrado que são as redes sociais, algumas por falta de experiência nessa área e outras por receio dessa interação, gastam altas somas na compra de pesquisas de opinião. É interessante ter em mente que todo o tipo de pesquisa é enriquecedora quando estamos falando de varejo. No entanto, hoje é possível ter um feed back rápido e estratégico sobre sua marca e sobre seus produtos ou serviços por meio da web 2.0. E tudo isso, por um custo infinitamente menor e uma agilidade muito maior do que a contratação de uma pesquisa de opinião tradicional.
Por meio das redes sociais você pode lançar perguntas sobre sua marca e esclarecer dúvidas de seus consumidores, ou seja, você pode saber, com certeza e de forma igualmente mensurável, o que o seu consumidor quer saber ou espera do seu produto. Além disso, é possível lançar uma enquete para que seus clientes escolham o modelo preferido de um produto, a cor e até o sabor de algo que você ainda vai lançar. Você ouvirá reclamações, mas mesmo esses posts, se bem trabalhados, podem ser revertidos positivamente para a imagem da sua marca.
Na web 2.0 é preciso ter em mente dois aspectos com imprescindível cuidado: o consumidor quer uma resposta rápida e sincera. Se esses dois pontos forem considerados, até os quadros mais pessimistas podem ser revertidos. Isto, porque as marcas que dão uma resposta rápida para as dúvidas e reclamações dos internautas passam uma sensação de proximidade e de personalização que todo cliente preza.
Para ter algumas referências interessantes, pesquise na internet os cases da Tecnisa, Camiseteria e do livro Google Marketing.
*Letícia Feix é jornalista e Coordenadora de Comunicação da agência Publiweb Marketing Digital
*Letícia Feix é jornalista e Coordenadora de Comunicação da agência Publiweb Marketing Digital



