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Qual a força dos Links Patrocinados?

Data: 28/09/2009, publicado em: Diversos
Vielka Zanoni Cockburn*

Nada de imagem, nem desenhos, muito menos animações. Basicamente são anúncios de texto que não passam de 95 caracteres descrevendo o produto ou serviço mais a URL de visualização do site. Estes são os links patrocinados.

Muitos se perguntam: será que estes anúncios realmente trazem resultado aos clientes? A resposta para esta pergunta é sim!

Os links patrocinados fortalecem a marca na internet. Um estudo realizado pela Egine Ready mostrou que visitantes que chegam a um site de e-commerce vindos através de um link patrocinado tem 50% mais chances de realizar a compra do que aqueles que vem através do resultado orgânico do Google.

Os links patrocinados podem estar presentes no resultado de uma busca ou até mesmo na leitura de uma matéria. O pagamento é realizado por clique (chamado de CPC – custo por clique) e as visualizações dos anúncios não são cobradas. Os links patrocinados podem ser de dois tipos:

Links Patrocinados na Rede de Pesquisa

Neste caso, os links patrocinados são visualizados sempre que o internauta realizar uma pesquisa na ferramenta de busca.  O anunciante compra palavras-chave relacionadas ao seu produto ou serviço e, quando o internauta procurar por estas palavras, o anúncio será visualizado. No Google estes anúncios aparecem no topo da tela ou no canto direito do visor.

Links Patrocinados na Rede de Conteúdo

Os anúncios de links patrocinados de conteúdo veiculam não na busca, mas sim em páginas de conteúdo, como portais e sites dos mais diversos segmentos. Para veicular na rede de conteúdo, o anunciante pode escolher duas formas: por meio de suas palavras-chave – neste caso o sistema “varre” o conteúdo do site e veicula o anúncio quando encontra a palavra-chave que o cliente comprou; ou por meio de canais – neste, o anunciante escolhe o segmento de seu produto ou serviço e os anúncios são distribuídos nos sites de conteúdo segmentados de acordo com o assunto.

Os links patrocinados da rede de pesquisa são os mais conhecidos e utilizados pelos anunciantes, já que mais de 85% os internautas encontram o que procuram nos sites de busca e, devido a este fato, a eficiência destes anúncios em termos de ROI (retorno por investimento) tende a ser maior. Em contrapartida, os links patrocinados de conteúdo são uma boa forma de realizar branding, já que os internautas passam a maior parte do seu tempo online em sites de conteúdo e, desta maneira, tem um contato intenso com as marcas.

Seja através da busca ou do conteúdo, os links patrocinados estão presentes o tempo todo pelos sites que navegamos na internet, trazendo as marcas à nossa mente e nos mostrando, de forma rápida e eficaz, os produtos e serviços que estamos precisando naquele exato momento.

*Vielka Zanoni é Analista de Marketing na agência Publiweb Marketing Digital

Bradesco lança primeiro aplicativo brasileiro para IPhone 3G com realidade aumentada

Data: 25/09/2009, publicado em: Tecnologia
Mauro*

O primeiro aplicativo brasileiro

A utilização do recurso de realidade aumentada tem se tornado cada vez mais frequente pelas empresas de tecnologia e agências de publicidade como ferramenta de interação com o usuário.

Em breve estará disponível para o IPhone 3G na Apple Store o primeiro aplicativo brasileiro criado pela Insula/NeogamaBBH, e produzido pela Maya. Desenvolvido para o Bradesco, o aplicativo tem promessa de funcionar em todo o Brasil.

O aplicativo já tem nome, “Presença”, a nova assinatura da marca. A ferramenta mostra todos os pontos de atendimento do banco mais próximos, de acordo com a sua localização. Confira a demonstração da ferramenta no vídeo abaixo.

*Supervisor de Projetos T.I. & Designer Gráfico

SEO: Mais Uma Bolha?

Data: 17/09/2009, publicado em: Sem categoria
Jean Oliveira*

Provavelmente todos já ouviram falar da tal “Bolha da internet”, quando no início da década, o mercado “caiu em si” quanto à supervalorização dada ao segmento web, ainda imaturo e com as melhores possibilidades de negócio ainda não tão claras.

Não que a aposta quanto ao futuro da internet estivesse errada, mas o fato é que as coisas não são tão simples. Os estudos e boas práticas de marketing continuam válidos para o trabalho de marcas via web, embora muita gente tenha subestimado a necessidade desse planejamento.

Muitas empresas contribuíram para a cultura do “Web-Sobrinho”, aquele garoto que sabia de informática, e a ele era entregue a responsabilidade de toda a estratégia de comunicação de sua empresa na internet, baseado na grande nuvem de desinformação disponível.

Atualmente um novo fenômeno acontece. Trata-se do trabalho de SEO, do inglês Search Engine Optimization, ou Otimização para os Mecanismos de Busca.

Após muito investimento nos Links Patrocinados e com o retorno obtido nos mesmos as empresas tem chegado a uma conclusão óbvia: que o posicionamento na busca natural é um negócio da China, tendo em vista a visibilidade constante para todas as buscas para a palavra chave, com custo fixo, independente da quantidade de cliques. O problema é: Como consigo isso?

Empresas se amontoam nos buscadores oferecendo esse tipo de serviço e o mais engraçado é analisar esses concorrentes que, quase em sua totalidade, não tem seus próprios sites otimizados.

Outro ponto a ser considerado é a subjetividade característica nessa prestação de serviço. Teoricamente os critérios de posicionamento dos buscadores são desconhecidos, ou seja, os buscadores não divulgam esses critérios de otimização em sua totalidade, fato esse que produz grandes distorções no conceito, além de empresas otimizando de acordo com seus próprios conceitos.

O Google, por exemplo, de acordo com o ângulo em que se analisa, utiliza mais de 1500 critérios em seu algorítimo para o rankeamento de uma página. O fato de uma empresa ter conhecimento de 10 ou 20 deles, permitiria a ela dizer que “otimiza” um site?

Essa é a bolha da vez. Não da ideia em si. SEO É UM ÓTIMO NEGÓCIO, mas corre-se o risco de, mais uma vez, uma idéia e tendência ser corrompida e questionada em função da falta de conhecimento de alguns profissionais.

A vantagem do investimento nessa ferramenta é óbvia.   O resultado desse investimento: fantástico.

Como em qualquer outro serviço “comoditizado” (não sei se essa palavra existe) o diferencial está no resultado. E preço.

Avalie, procure consistência no discurso, teste o conhecimento do fornecedor, peça referências.

Agora, caso tenha utilizado um “web-sobrinho” pra fazer o site de sua empresa, esqueça tudo que falei. Afinal, não sei se seria um bom negócio apresentar “esse” site a milhares de pessoas. Não pega bem né!

*Jean Oliveira é Gerente Comercial e de Atendimento na agência Publiweb Marketing Digital.

Crowdsourcing Legislativo

Data: 17/09/2009, publicado em: Redes Sociais
Raphael Feliz*

Há algumas semanas, na ocasião da morte do senador americano Edward Kennedy, pulou no meu twitterfox @lapena: Tenho uma boa e uma má notícia. A boa, morreu um senador. A má, não foi no Brasil. Instantes depois de rir alto na sala, sou apunhalado por um inconformismo que pensei ter esquecido na faculdade.
Uma pergunta ecoava ao ler o tweet: por que a mesma maioria que tanto critica os políticos, a cada dois anos volta às urnas para elegê-los?

2010, ano da primeira eleição oficialmente na era Twitter (as duas primeiras foram só para esquentar) e agora, da Web “Livre”. Já posso ver amigos lulistas, anti-lulistas, serristas, ciristas, luisalenistas e quem sabe agora, marinassilvistas twittando e blogando como loucos. Interessante que o eleitor, tão fanático no processo eleitoral do Executivo, mal se interessa pela escolha dos senadores e deputados. A eleição para presidente é como se fosse o Campeonato Brasileiro da série A, cada torcedor com seu time, fazendo cara feia para a torcida rival e dizendo “esse cara é esperto” para eleitores com mesma camisa. Já a eleição do Legislativo é a segunda divisão, o pessoal até assiste, mas ninguém liga muito para quem ganha.

O Executivo é quem manda no dinheiro, é fácil ao povo entender isso. No entanto, quem vai lembrar em qual vereador votou na eleição passada sem antes entender para que ele serve?

Aliás, boa pergunta. Para que servem vereadores, deputados e senadores? Busquei na Wikipédia e encontrei a seguinte definição para deputado: “(…) alguém eleito pelo povo para representar seus interesses (…)”. Representar interesses significa(ria) votar de acordo com os anseios daqueles que os elegeram, como garante(ria) o Artigo I da Constituição: Todo o poder emana do povo, que o exerce(ria) por meio de representantes eleitos (…). Ria.

Continuei navegando na enciclopédia livre e fui atrás de quem inventou o deputado e o senador. Li que os atenienses inventaram a democracia, mas não havia senadores ou deputados. A população se reunia em frente à Ágora para decidir diretamente os temas em pauta na cidade-estado. Séculos depois, durante a República Romana, simplesmente já não era possível reunir todos no Coliseu e sair contando dedões para cima e dedões para baixo. Além de ser muito difícil contar tantos dedões, descobri que o Coliseu só seria construído um século após a queda da República Romana, já durante o período do Império.

Como solução, os cidadãos romanos, que se espalhavam por toda a costa mediterrânea, eram representados por senadores. O lema em sua insígnia dizia: o Senado é o povo romano. Assim, o conceito de representatividade nasce para resolver o problema de ser impossível reunir todos os cidadãos num mesmo recinto, tanto pelo problema numérico, quanto pelas distâncias entre suas províncias.

Visto para que servem e como surgiram os representantes do povo, chegamos às derradeiras perguntas:

Como seria um país sem eles? Será possível decidirmos diretamente nosso rumo, como faziam os atenienses ou teremos que viver para sempre como os Romanos?

Comparando-nos aos antigos habitantes da península itálica, temos três grandes vantagens.  Um, o Maracanã é quase duas vezes maior que o Coliseu. Dois, aqui no Brasil levantamos o braço inteiro, e não apenas os dedões, o que facilitaria muito a contagem. A terceira vantagem cito três parágrafos abaixo.

Analisando mais de perto o Artigo I de nossa Carta Magna, § Todo o poder emana do povo, que o exerce por meio de representantes eleitos ou diretamente, nos termos desta Constituição. Como vemos, nossa atual Constituição já prevê os dispositivos para o exercício direto da cidadania, o voto. Mais precisamente, são dois dispositivos: o referendo e o plebiscito. Entenda melhor em  http://bit.ly/diferenca-referendo-plebiscito.

Já temos exemplos de cada um na recente história do país. Escolhemos República Presidencialista no plebiscito de 1993. Depois, voltamos às urnas eletrônicas em 2005 e dissemos NÃO no referendo sobre a ilegalidade do porte de armas.

Na teoria, a maioria dos temas já tem amparo constitucional para ser decidido diretamente pela população, mas o atual cenário não favorece a realização mais freqüente de plebiscitos. Não existe vontade política para descentralizar o poder. Soma-se ainda o alto custo de se realizar votações com grande frequência. É neste momento que podemos falar da terceira grande vantagem de nossos tempos: a Internet.

Em vez de votar apenas nos deputados e senadores, por que não participar diretamente das decisões por meio de referendos e plebiscitos digitais? Ao legislativo caberia, no máximo, basear-se nas sugestões coletivas para organizar as pautas de votação e divulgar formalmente os resultados. De preferência, o voto seria facultativo. Os temas mais polêmicos seriam naturalmente twittados, forunados e blogados, o que atrairia parcelas maiores da população para clicar e votar.

Crowdsourcing é se utilizar do poder das massas para produzir conteúdo. Isso ocorre na Wikipédia, nos softwares abertos e até em sites que deixam seus clientes criar e depois eleger os produtos de sua nova linha.

É impressionante o grau de qualidade atingido pelas massas uma vez que se oferece uma plataforma de interação organizada. Utilizar-se desse conceito no nosso sistema legislativo poderia trazer reformas ,que há tanto tempo todos pedem, com muito mais agilidade, qualidade e, principalmente, representatividade.

De quebra, diminuiria o espaço para lobistas, castelos e atos secretos. Um mensalão teria que envolver milhões de pessoas – caro demais e mais fácil de ser descoberto. De qualquer forma, pior do que está não dá para ficar.

Tenho certeza de que muitos amigos que lêem este artigo se perguntaram: Será que o povo está pronto para escolher o destino do país diretamente? Isso pode comprometer toda a qualidade das decisões legislativas. Mas será que temos tanta qualidade assim no atual modelo? Se olharmos de perto, até erros de português nossos congressistas deixam escapar em texto legal.

Uma discussão parecida ocorreu no embate entre a enciclopédia Britânica e a Wikipédia. O argumento da mais tradicional enciclopédia do mundo, conhecida no Brasil como Barsa, era de que, ao deixar o conteúdo para ser escrito pelo próprio público, não se pode garantir a qualidade. Para resolver a disputa, o instituto de pesquisa neutro, Nature, foi chamado para avaliar e concluiu que a qualidade do conteúdo de ambas já é muito próxima. No entanto, a atualidade e volume de conteúdo da Wikipédia são incomparáveis.

Evidentemente, existem temas que ainda precisam ser considerados e que as votações digitais não ocorrerão em 2010. Precisamos antes cuidar de assuntos como o acesso universal à internet e segurança, mas isso resolveremos em bem pouco tempo.
Alguém duvida que laptop passará pela popularização dos celulares? Aliás, um já está vindo dentro do outro.

Em relação à segurança, o trilionário segmento dos bancos financia hoje o desenvolvimento de um sistema online que já tem índices de fraude menores que de sistemas tradicionais, como cheque, cartão e dinheiro. O único elemento preocupante que falta é nossa vontade real de participar da política. Nem todos querem sair da cômoda e afastada posição de quem apenas critica políticos para se tornar um decisor dos rumos nacionais.

A internet colocou todos de pé na mesma praça, como em Atenas. Nessa nova Ágora, pessoas já namoram, discutem e fecham grandes negócios. Nunca se pesquisou e debateu com tanta pluralidade os temas em pauta. A revolução trazida pela Internet mudou para sempre a realidade econômica e social das pessoas. Na esfera política, o próximo passo pode ser criarem o plugin Brasília para Firefox.

@raphaelfeliz

*Raphael Feliz é publicitário e diretor de marketing da agência Publiweb Marketing Digital

Formulários no Google Docs

Data: 16/09/2009, publicado em: Google
Flávio Torelli*

Quantas vezes você já precisou realizar uma pesquisa de satisfação ou captar alguma informação em seu site e não tinha um desenvolvedor para fazer para você?

Isso não é mais problema, agora você pode utilizar o Google Docs para criar rapidamente formulários e extrair relatórios profissionais em planilhas, PDFs etc.

Como utilizar?

Primeiramente é necessário criar uma conta no Google para ter acesso ao serviço. Se você já possui sua conta, acesse: http://docs.google.com.

Você pode criar formulários com perguntas de vários tipos:

  • Texto
  • Texto do parágrafo
  • Múltipla escolha
  • Caixas de seleção
  • Escolha de uma lista
  • Escala

Confira aqui um exemplo de formulário construído no Google Docs.

Compartilhe:

A ferramenta permite que você envie por e-mail o formulário, é possível também incorporar em seu site da mesma forma que você incorpora um vídeo do YouTube.

Recupere os dados:

Esta é a melhor parte: automaticamente o sistema gera um resumo das respostas, assim você tem uma visão geral das respostas enviadas.

Você também pode visualizar os dados em uma planilha ou em modo de listagem com filtros para realizar consultas.

Recursos como exportar para Excel, OpenOffice, PDF também estão disponíveis. Com esta ferramenta você pode centralizar essas pesquisas em um único local e acessá-las de qualquer lugar.

Você pode utilizar em sua intranet também, para realizar pesquisas com funcionários, diretores, clientes etc.

Organizar pesquisas por e-mails e formulários impressos virou coisa do passado.

*Flávio Torelli é Analista de Sistemas na agência Publiweb Marketing Digital.

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