Facebook anuncia mais poder aos usuários sobre mudanças no site
Data: 27/02/2009, publicado em: Redes Sociais
Letícia Feix*
Facebook anuncia mais poder aos usuários sobre mudanças no site
Da EFE
San Francisco, 26 fev (EFE).- A rede de relacionamentos sociais na internet Facebook reagiu às recentes críticas sobre as últimas mudanças de funcionamento que tinha feito e hoje anunciou que os usuários terão mais controle sobre o portal e poderão, inclusive, votar em suas futuras políticas de funcionamento.
Em entrevista, Mark Zuckerberg, fundador do Facebook, disse que essas e outras mudanças que ainda estão sendo realizadas tem o propósito de “abrir a rede social para que os membros possam participar significativamente” do futuro do portal.
Zuckerberg disse que, com a medida, o Facebook busca se tornar mais democrático e dá um passo importante rumo à abertura, após as críticas contra a modificação feita há duas semanas aos termos de uso.
A polêmica começou quando as novas condições davam ao Facebook, que possui 175 milhões de usuários, controle sobre a informação publicada pelos membros na página, inclusive se estes tivessem deixado o portal.
Após milhares de protestos e muitas contas canceladas, o Facebook voltou aos antigos termos de uso e anunciou uma revisão a fundo do processo.
As principais novidades divulgadas hoje permitirão aos usuários da rede social comentar e votar sobre as futuras normas da firma que tenham a ver com seu funcionamento.
No entanto, o Facebook continuará tendo o controle sobre as mudanças que serão submetidas à votação.
Os membros da rede social podem publicar suas opiniões sobre os princípios até 29 de março.
Depois, o Facebook as estudará e incorporará as ideias em uma nova lista de princípios.
EFE
*Letícia Feix é jornalista e Coordenadora de Comunicação da agência Publiweb Marketing Digital
Gmail sai do ar por mais de três horas na sexta paralisação em seis meses
Data: 25/02/2009, publicado em: Google
Letícia Feix*
Por PC World/EUA
São Francisco – Google se desculpa e diz investigar o motivo da paralisação do webmail que ocorreu na madrugada desta terça-feira (24/02).
O Gmail ficou fora do ar por mais de três horas na madrugada desta terça-feira (24/02). O Google informou que está investigando a raiz do problema. Esta é a sexta interrupção verificada no serviço de webmail gratuito do Google, em seis meses.
Usuários que tentaram se logar no serviço de webmail entre 2h30 e 5h da manhã (Horário de Brasília) encontravam apenas a mensagem “502 server error”. O problema, que afetou em menor escala os brasileiros por conta do horário e do feriado de Carnaval, gerou revolta entre usuários de outros países e logo se espalhou pelo microblogging Twitter e em blogs de tecnologia.
Informações não oficiais indicaram que o serviço ficou fora do ar por quatro horas. De acordo com o Google, a paralisação do serviço durou duas horas e meia.
“Sabemos que para muitos de vocês isto atrapalhou o dia de trabalho. Pedimos desculpas por isso, e fizemos tudo para restabelecer o acesso tão logo pudemos”, declarou o gerente de confiabilidade do site do Gmail, Acacio Cruz, no blog oficial do Google. “Obviamente nunca ficamos contentes quando ocorrem interrupções, mas gostaríamos de enfatizar que esta é uma ocorrência pouco comum” acrescentou o executivo.
Nos últimos seis meses, o Gmail sofreu algum tipo de interrupção em cinco diferentes ocasiões, antes desta.
16 de julho de 2008 – um “erro 502″ similar paralisou o Gmail, levando a uma “longa interrupção” do serviço, de acordo com usuários afetados.
6 de agosto de 2008 – um problema técnico impediu o acesso de um “número indeterminado” de usuários (gratuitos e clientes do Google Apps) por 15 horas;
11 de agosto de 2008 – um problema no “sistema de contatos” do Google fez com que o Gmail ficasse fora do ar por “algumas horas” para diversos usuários, afetando tanto contas gratuitas como pagas, novamente;
15 de agosto de 2008 – a terceira falha no Gmail em um espaço de duas semanas deixou usuários sem webmail por mais de 24 horas exibindo apenas a mensagem “502 server error” na página do serviço;
16 de outubro de 2008 – usuários ficaram 30 horas sem acesso ao Gmail. O Google não chegou a divulgar a causa da pane.
De acordo com um porta-voz do Google, o Gmail sofre interrupções de 10 a 15 minutos por mês, em média, o que configura 99,9% de pleno funcionamento do serviço. Segundo ele, de acordo com pesquisas independentes, sistemas de e-mail tendem a enfrentar interrupções duas vezes mais longas – em média de 30 a 60 minutos – por mês.
JR Raphael, editor da PC World, de São Francisco.
*Letícia Feix é jornalista e Coordenadora de Comunicação da agência Publiweb Marketing Digital
Livro Google Marketing desponta como sucesso de vendas com campanha exclusivamente na internet
Data: 17/02/2009, publicado em: Google
Letícia Feix*
O livro Google Marketing obteve o primeiro lugar em vendas como livro nacional de marketing, além de ser o quarto no Top 10 dos mais vendidos em 2008. Assim, Conrado Adolpho vem se consolidando no mercado ao lado de gigantes, como Philip Kotler e Paco Underhill.
A segunda edição do livro Google Marketing inicia 2009 obtendo muito sucesso de vendas e comentários entre diferentes públicos, que vão desde jovens estudantes de marketing até escaldados diretores de empresas e agências. A maioria dos leitores ressalta a transparência na exposição das ideias e o sucesso do mercado empresarial online como os grandes diferenciais da publicação. Além disso, a linguagem acessível e didática que Conrado Adolpho utiliza é outro fator que agrada aos leitores, o que pode ser confirmado pelos depoimentos que vem sendo enviados e postados na rede desde a primeira edição do livro (veja ao final).
Como fenômeno de vendas, é interessante ressaltar que a web tem sido responsável pela divulgação da obra, seja pelo marketing viral que ocorre por meio das comunidades sociais ou seja pela presença em resenhas de blogs respeitados na web. O livro Google Marketing é mais um case de sucesso da divulgação online e deve ser levado a sério por outras empresas que ainda estão em dúvida sobre a relevância do investimento em marketing digital para o fortalecimento de sua marca.
Outro fator positivo apontado pelos leitores é o ineditismo dos temas abordados no livro. Segundo comentários postados na web, o Google Marketing traz aprofundamento em assuntos que ainda despertam dúvidas aos usuários, como blogs, marketing viral e a utilização pelas empresas de comunidades sociais, como o Orkut e o YouTube, além de um enorme repertório de informações referentes ao Google e às suas ferramentas. Sem mágica nem divagação, o livro vai direto ao ponto e explica em detalhes como utilizar cada plataforma disponível na internet, muitas vezes gratuitamente. Adquira o livro
Diante de uma obra única no mercado, o resultado não poderia ser diferente — os leitores do livro Google Marketing são os maiores divulgadores da obra, uma vez que o autor optou por só fazer divulgação na própria internet, inicialmente junto a blogueiros, e também disponibilizando as primeiras 85 páginas na rede.
Veja o que já foi falado sobre a obra por alguns internautas:
Nome: Bruna Milagres
Ei, Conrado!
Ganhei seu livro há alguns meses e já o estou lendo novamente (para garantir que não deixei detalhes importantes passarem). Acredito que ele seja o melhor e o mais completo livro que trata de estratégias em marketing digital.
Já o estou aplicando nos sites da empresa que trabalho e faço sempre o possível para deixar claro aos clientes o quanto é importante esse novo modelo de marketing.
Fico feliz pelo seu sucesso!
Abraços!
Nome: Elton Domingos
Sempre fui muito ligado ao mundo digital, aprendi com “Google Marketing” a verdadeira força que uma boa informação pode causar ao nosso redor. Aprendi também que é importante conhecer a cultura do outro e interagir com ela, porque é por meio das afinidades que nascem grandes negócios. Experiência e aprendizado que obtive com o livro e as palestras do Conrado: sou Analista de Sistema, Produtor, Diretor Marketing, Assessor e Produtor de grandes artistas e músicos do cenário brasileiro. Hoje tenho negócio próprio de um jornal news www.correiometropolitano.com.br, lucros com venda de banners e fechamento de contratos com grandes empresas.
Nome: Leonardo
Conrado, bom dia! Li seu livro Google Marketing e, sem dúvida nenhuma, ele abriu meus olhos para muita coisa relacionada à internet. Parabéns pelo livro!
Abraços e obrigado.
*Letícia Feix é jornalista e Coordenadora de Comunicação da agência Publiweb Marketing Digital
Google pagará autores para digitalizar seus livros
Data: 16/02/2009, publicado em: Google
Letícia Feix*
Postado por Das ÜberGeek – ubergeek@geek.com.br em 16/02/2009 12:25
Até US$ 125 milhões serão distribuídos entre os escritores
Por Stella Dauer
Desde que começou a escanear milhares de livros, a Google vem enfrentando uma série de problemas. Para acalmar qualquer autor que possa reclamar, a empresa resolveu pagar pelas imagens dos livros impressos.
Segundo site The Inquirer a Google resolveu separar US$ 125 milhões de sua verba para pagar pelas imagens que serão digitalizadas de velhos livros, além de poderem inserir anúncios nos novos produtos.
A empresa pretende entrar em contato com todos os autores e editores para avisar que estão aptos a receber uma quantia de US$ 60 em uma taxa única, e mais 63% dos lucros gerados com a venda dos livros no site Google Book Search. Para digitalizações parciais, uma taxa entre US$ 5 e US$ 15 será paga, noticiou o site TechCrunch
A Google está digitalizando o acervo de grande bibliotecas, como a Biblioteca Pública de Nova Iorque e as bibliotecas das universidades de Stanford e Harvard. Após escaneados, os livros tem 20% de seu conteúdo expostos para consulta ou venda, com conteúdo encontrável pela já famosa ferramenta de busca da empresa.
Os donos dos direitos autorais dos livros que serão escaneados têm até o dia 5 de janeiro de 2010 para requisitar seu acordo e pagamento junto à Google.
fonte: www.geek.com.br
*Letícia Feix é jornalista e Coordenadora de Comunicação da agência Publiweb Marketing Digital
Credibilidade na web
Data: 13/02/2009, publicado em: Redes Sociais
Letícia Feix*
Nos tempos da internet você pode ser “desmascarado” muito rápido. Por Risoletta Miranda
Com os tempos da web você pode ser “desmascarado” muito rápido. Pode ser porque você é distraído e nem percebe que vai colocando suas fotos, suas dicas de vida lá no blog, no Twitter, em uma palestra que você deu em um evento, numa coluna que você escreveu.
De repente tem lá um verdadeiro compêndio que o PhD Google junta e te devolve em forma de bumerangue. Pronto, sua vida está lá revelada e coisas que você diz ou pensou há algum tempo podem já não fazem mais tanto sentido. Por isso sempre digo que me peçam coerência com meus princípios éticos, mas nunca com minhas ideias. Gosto de ser incoerente ao ponto onde algo ou alguém é sempre capaz de me contradizer com correr do tempo.
Falo isto porque, na velocidade em que olhamos o mundo digital nos envolver, está muito fácil defender uma teoria e mais fácil ainda ficar provado que algo que você garantiu, que tinha de virar uma “aposta” se transformou em poeira. Arrisquei isso com a Second Life, por exemplo e, gente, cadê mesmo?
É melhor olhar as tendências e continuar a experimentar sem deixar de olhar para trás. E experimentar significa que os senhores gerentes de marketing precisam aportar ao mundo digital a credibilidade financeira que ele merece. Até porque, se a SL está meio às moscas, tem o Orkut firme e forte, o You Tube em altitude de cruzeiro e por aí vai: as redes sociais continuam em alta e alguns heróis, claro e como sempre, morrerão pelo caminho para ficar provado que nem tudo é fácil nessa vida e muitos deram o sangue pela história. E não foi em vão.
Credibilidade
Dentro das tendências a experimentar, outro dia, na minha agência, uma discussão tomou conta do ambiente. Tudo corria em torno de uma pergunta: afinal, os blogueiros podem ser “pagos” ou receber “brindes” de anunciantes para falar de seus produtos? Essa polêmica continua aí pela web e resumo aqui o que acho porque considero importante refletir sobre isso e é dessa maneira que a gente procura ver o tema.
Para mim blogueiros são como jornalistas. Sua principal qualidade e que define seu modo de trabalhar chama-se credibilidade. Blogueiros – como jornalistas – que perdem a credibilidade perdem a audiência e mais: perdem o respeito. Falham na ética e aí é ladeira abaixo. Sem credibilidade estão fadados ao chamado mundo “marrom”, conhecido na imprensa por ser habitado por quem recebe dinheiro para incensar ou alavancar assuntos sem importância jornalística para o público final.
No entanto, se eu confio e leio regularmente um blog é porque estabeleci uma relação de confiança ali. Se o blogueiro claramente me diz: leitores, eu recebi um kit do anunciante tal para comentar este produto e eu acho sobre ele blá e blá…. Eu acho isso legítimo. Desse ponto de vista a blogosfera é, para mim, mais um segmento de “mídia” que pode sim (para os blogueiros que assim o desejarem) ser “programada” de alguma forma como mídia. Seja pagando-se para exibir a informação, enviando kits de produtos para serem avaliados e comentados ou mesmo patrocinando o blog. Se isto é absolutamente transparente para a relação do blogueiro com o seu público, acho que todos ganham.
É claro que se espera que o blogueiro só aceite endossar positivamente algo no qual ele realmente acredita ou gosta, afinal, aquele seu espaço – por natureza conceitual – foi criado para divulgar suas opiniões pessoais e assim é visto por quem o lê. Se essa relação for quebrada é como trair um amigo por 30 moedas. Aí não rola mesmo. Será vida breve para blogueiro, blog e marca. Todo mundo perde. Na blogosfera, como na vida, o que vale é mesmo o trabalho sério e a ética. Os demais, um dia, acharão apenas o limbo.
Então ficamos combinados assim. A blogosfera é uma excepcional oportunidade para “conversar” de forma segmentada e em tom intimista com os consumidores e admiradores das marcas. As agências digitais têm a obrigação de achar esse espaço de forma natural, honesta e transparente para seus clientes. E, claro, nesse sentido, nunca vão se ocupar da faixa – existente, como em todos os setores da vida – dos caras que criaram blogs para “vender” calhau. É tudo uma questão de saber com quem você quer andar e se identificar.
Portanto, blogueiros efetivamente sérios, continuem sendo sinceros e só aceitem opinar sob patrocínio de uma marca quando efetivamente acreditarem que estarão mantendo a relação de confiança com quem os acompanha. Finalizando, acho que, neste caso, minha opinião está tão colada com o que eu acredito de comportamento ético que o PhD Google não vai “me trair” com o passar do tempo
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Risoletta Miranda é sócia e Diretora da Addcomm (www.addcomm.com.br), formada em jornalismo, MBA Marketing COPPEAD/UFRJ, especializada em Planejamento Estratégico de Marketing e Comunicação On Line e uma das criadoras do Conceito de VRM – Virtual Relationship Management – Addcomm. E-mail: rizzo@addcomm.com.br .
Fonte: IDG Now
*Letícia Feix é jornalista e Coordenadora de Comunicação da agência Publiweb Marketing Digital



